sexta-feira, 5 de junho de 2009

LAREIRAS

Neste apartamento, a lareira é ponto de reunião e meditação. Com a lenha acesa, acontecem saraus e mantras são entoados. O intimismo foi criado ao se aproximar da câmara de fogo uma mesa laqueada de 2,50 m de largura, que também serve de altar. Projeto de Deborah Roig.


Lugar perto da lareira não falta nesta sala de estar e receber. Na parede, placas assimétricas de madeira pintadas com tinta automotiva, criam um efeito gráfico, enquanto o frontão de mármore emoldura a abertura. Projeto de Toninho Noronha



A decoração clássica desta sala surgiu após a compra do frontão de mármore carrara estilo art déco, datado do século 19. Ele foi encaixado sobre a câmara de fogo que já existia e estava emoldurada em mármore nero marquina. Castiçais do século 18 e espelho estilo império completam o clima. Projeto de Inês Capobianco.

Não só a lareira mereceu atenção, mas também a parede que a abriga. Ela recebeu tiras de couro do tipo sola branco, colados à alvenaria. No frontão, mármore travertino romano. A boca de 0,90 x 0,70 m aquece a área de estar de 90 m². Projeto de Fernanda Marques.

A lareira pode ser instalada até num cantinho da sala, como neste projeto. O kit a gás é composto de uma espécie de bandeja instalada sobre uma estrutura de tijolos refratários, desenhada pelo decorador paulista Fernando Piva. Na parte superior, o lambri de carvalho arremata a peça. Na base e nos detalhes laterais, usou-se granito preto.
Dois ambientes compartilham esta lareira a lenha, que ganhou um toque especial: o tom forte de amarelo (Metalatex acrílico, da Sherwin Williams, cód. 0612). Projeto de Francisco Cálio
Este projeto, mais sóbrio, exibe a boca da lareira no formato retangular (40 x 1,60 m), que acompanha bem espaços amplos. A estrutura de alvenaria foi revestida de granito preto, que, inclusive, percorre todo o piso da sala, salvo o detalhe branco, de mármore volakas. Projeto deFrancisco Cálio.

Se você acha que a fumaça sai pelo cone de inox no alto, se enganou – a peça é mero detalhe. O verdadeiro duto está dentro do caixote de alvenaria revestido de mármore calacata. A placa única da pedra teve de ser cortada para o transporte, mas não se vê a emenda, porque ela está exatamente atrás do trilho que segura a tela corrediça. Projeto de Paula Gambier


Nesta sala, ela é a estrela principal: a lareira giratória atende os dois ambientes sem complicações. Basta rodar o corpo principal antes de acender a lenha para definir a direção do calor. A idéia é engenhosa: um sistema interno de roldanas faz o tubo menor – preso à base de aço inox – girar dentro de outro, fixo na laje. Projeto de Márcia Domene.

A lareira entre as estantes repletas de livros convida a sentar e ficar. De alvenaria, o modelo pré-fabricado é revestido de madeira laqueada na parte de cima. Projeto de Claudia Haguiara
Uma idéia diferente: velas, em vez de lenha. O concreto aparente pintado esconde o kit pré-fabricado e o duto que chega à alvenaria. Já o painel, também de concreto, fica afastado da parede 15 cm, dando leveza visual e espaço para embutir a iluminação. Projeto de Francisco Barros

Perfeita para a casa de campo, esta lareira, construída na obra, foi decorada com um tronco de itaúba, que remete às lareiras antigas. Partida em pedaços e assentada com cimento e areia sobre alvenaria, a pedra-ferro usada aqui não recebeu rejunte. Projeto de Alberto Cabral.


Esta elegante sala merecia uma lareira a sua altura: linhas retas e mármores sobrepostos (verde verona e preto belga) compõem este modelo com estrutura pré-fabricada. Projeto de Arthur Casas.

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